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Emoção Superior e Música Clássica

A Emoção Superior, ferramenta indispensável para o trabalho interior, deve ser cultivada por nós dia após dia. Este tipo de emoção, diferentemente dos sentimentalismos e emoções negativas, partem do Centro Emocional Superior, que está localizado em nosso coração e está relacionado com o cardias (chakra cardíaco). Como já visto em textos passados, as emoções negativas vem do ego e atuam no centro emocional inferior, localizado no plexo solar. A atuação das Emoções Superiores não gastará energia nos centros, porque o Centro Emocional Superior é controlado por nossa essência.

No difícil trabalho sobre nós mesmos é indispensável que usemos essa ferramenta ao nosso favor e que substituamos os hábitos de alimentar emoções negativas (fofocas, televisão,  notícias de violência, catástrofes e guerras) pelo hábito de cultivar emoção superior.

O ser humano é como um rádio que sintoniza estações. Nossa alma pode sintonizar estações tenebrosas ou divinas. Acessamos as estações tenebrosas quando nos identificamos com o Ego (tristezas, medos, ódios, desejos etc) ou com notícias ruins. Acessamos as estações divinas, do nosso Ser, quando nos sintonizamos com as emoções surgidas ao escutarmos músicas clássicas, ou quando nos extasiamos com a obra da criação (paisagens, cachoeiras, por do sol etc.)

Nosso objetivo é a Morte do Ego e a Revolução da Consciência. Não é possível alcançarmos a Morte do Ego estando sintonizados com as estações tenebrosas. Se estamos trabalhando para que o Ego enfraqueça e morra, não faz sentido sintonizar-nos com coisas que o fortaleçam. Devemos dar alimento a nossa Alma diariamente, para que a mesma, mais forte, nos ajude a fazer frente ao poder fascinatório de Maya (mundo ilusório) e possamos então vencer o Ego.

Damos alimento à Alma quando cultivamos a emoção superior. Cultivamos emoção superior, em primeiro lugar, com a prática dos Três Fatores da Revolução da Consciência, ou com quantos fatores pudermos trabalhar. Isso é básico e fundamental. Em segundo lugar, cultivamos emoção superior extasiando-nos com músicas clássicas de Grandes Compositores, por exemplo: Beethoven, Bach, Handel, Vivaldi, Mozart etc. Esses músicos foram Mestres de consciência desperta, do Raio da Música e compuseram suas músicas inspirados divinamente. São composições de outras dimensões da natureza.

A música clássica tem o poder de nos sintonizar com o divino inefável. Devemos ter o hábito de sempre escutar essas maravilhas, pois elas têm o poder de "arrebatar-nos", levar-nos para o alto. Dessa maneira teremos muito mais força para lutar contra o Ego em nossos ginásios psicológicos. Assim, descobriremos um prazer muito maior do que os prazeres terrenais e será muito mais fácil para nós não nos identificarmos com as coisas da matéria.

 

Devemos ser capazes de derramar lágrimas intensamente ao escutar essas músicas. E como saberemos que não estaremos sentindo tristeza ao invés de emoção superior? A Emoção Superior é capaz de nos fazer chorar também. Porém, são lágrimas muito diferentes das lágrimas de emoções negativas (tristezas, angústias etc.)

São Francisco de Assis, graças a suas orações intensas, atingia um grau tão alto de sentimentos elevados que era capaz de levitar, somente graças a esse poder do coração. Ele atingia a emoção superior a base de pura oração, concentração e meditação.

 

A sensação de êxtase ao se escutar essas músicas divinas é inexplicável humanamente, mas vamos tentar descrever.

Poderíamos dizer que se assemelham a um sentimento de completude e Amor a toda a criação, até mesmo àqueles que nos fizeram o mal algum dia. Estou me referindo ao amor altruísta e desinteressado aqui e não ao amor passional romântico (paixão) conhecido popularmente e falsamente como "amor". Estou me referindo ao amor que sentimos pelos pássaros quando os queremos voando livres e não engaiolados. Me refiro também ao mesmo amor sentido quando damos de comer a alguém que passa fome (caridade).

 

A sensação que deve brotar de nosso coração é mais ou menos a seguinte: "Os prazeres espirituais são sublimes e maravilhosos, e são infinitamente superiores aos prazeres baixos do ego. Quando nos apoiamos nas coisas do mundo, cedo ou tarde sentiremos um vazio ou ficaremos abalados, porque estas não são verdadeiras. Quando descansamos em Deus, nada no mundo pode nos abalar, pois Ele é fonte de Amor sem fim, é Verdadeiro e Eterno".

Portanto, façamos disso um hábito e escutemos essas músicas divinas sempre. Assim, nos fortaleceremos em nosso trabalho interior!

"A música vem dos Mundos Superiores. A música tem o poder de despertar a consciência nos mundos superiores. A música é o verbo de DEUS. É melhor cultivar a arte da música, que perder o tempo no batalhar dos raciocínios. A música é a palavra de Deus. A verdadeira música é a música clássica. A música afro-cubana (Guarachas, porros, mambos, cumbias, etc.) só serve para despertar as baixas paixões animais. Escutemos sempre com devoção a Beethoven, Liszt, Schubert, Haydn, Mozart, Tchaikovsky, Strauss, Handel, etc." (V.M. Samael Aun Weor)

"O discípulo que queira chegar ao conhecimento inspirado deve concentrar−se profundamente na música. A Flauta Encantada de Mozart nos recorda uma iniciação egípcia. As Nove Sinfonias de Beethoven e muitas outras grandes composições clássicas nos elevam aos Mundos Superiores. O discípulo concentrado profundamente na música deverá absorver−se nela como a abelha no mel produz o seu trabalho. Quando o discípulo chega ao conhecimento inspirado deve preparar−se para o conhecimento intuitivo".
(V.M. Samael Aun Weor)

"O coração pode se desenvolver novamente, cultivando-se a emoção superior: a música avançada dos grandes mestres, a meditação, etc. Tornando-nos mais místicos, mais profundamente devotos, vamos desenvolvendo novamente o coração". (V.M. Samael Aun Weor)

"As orquestras do Éden ressoam nos espaços infinitos, nos grandes ritmos do fogo. O Universo é sustentado pela magnífica orquestração das esferas". (V.M. Samael Aun Weor)

"No lar dos iniciados gnósticos deve haver um fundo de alegria, de música e de beijos inefáveis. A dança, o amor e a ventura de querer bem fortalecem o embrião de alma que as crianças trazem em seu interior. Assim é como os lares gnósticos são um verdadeiro paraíso de Amor e Sabedoria". (V.M. Samael Aun Weor)

"A alma comunga com a música das esferas quando ouvimos as nove sinfonias de Beethoven, as composições de Wagner, de Chopin ou a divina Polonesa de Lizt. A música é a Palavra do Eterno. Nossas palavras devem ser música inefável, pois assim sublimamos a energia criadora até o coração. As palavras asquerosas, sujas, imodestas, vulgares, etc., têm o poder de adulterar a energia criadora, convertendo−a em poderes infernais". (V.M. Samael Aun Weor)

"Não devemos aceitar emoções inferiores dentro de nós mesmos; devemos cultivar as emoções superiores, devemos escutar a Beethoven, devemos escutar a Mozart, a Lizt, a Tchaikovsky; devemos aprender a pintar, porém que os quadros que pintemos não sejam infra-humanos; devemos verter os nossos sentimentos mais nobres. Tudo o que nós façamos, deve ser dignificante e essencialmente edificante".
(V.M. Samael Aun Weor)

"A mulher deve cultivar a beleza, a música e o amor. Despertemos em nós a culta majestade de nossa beleza interior. Permita−se que afirmemos a majestade de nosso saber".
(V.M. Samael Aun Weor)

"Todo yogue deve amar a sua esposa e a seus filhos e viver entre a harmonia, a música, o amor, e a beleza. O amor dignifica, o amor enaltece a alma. Deus resplandece sobre o casal perfeito".  (V.M. Samael Aun Weor )

“A música é a primeira manifestação de Deus para os seres vivos, também para os homens.” É por isso que no livro de João está escrito que “no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. (V.M. Samael Aun Weor)

A música (o som, o verbo) é tida como primeira manifestação de Deus para a criação de tudo, das infinitas galáxias, da natureza e dos homens, porque ela vem do que é chamado de Plano Causal, ou Plano das Causas Naturais. (V.M. Samael Aun Weor)

“Imaginação, Inspiração e Intuição... O terceiro degrau é a Intuição. Quando se é capaz de imaginar algo, quando se é capaz de sentir-se inspirado e chegar até a derramar lágrimas ao contemplar esse algo, então sente também algo mais profundo: "a vóz do silêncio", de que falara Helena Petrovna Blavatsky... a intuição.” (V.M. Samael Aun Weor - O Sendeiro da Iniciação)

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