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O Natal do Coração

Trechos retirados do livro MENSAGEM DE NATAL - 1985 - 1986 (V.M. Rabolú)

60 – Quiséramos que nos indicasse exatamente o que representa esse pinheiro gigantesco com que o senhor se encontrou nessas experiências...

 

V.M. – O pinheiro significa nosso Íntimo. Se o pinheiro é elevado, muito elevado, pois é antigo o nosso Íntimo. É muito antigo. Se é um pinheiro baixo, de pouco tamanho, pois é novo, ou seja, não é um iniciado de muitos séculos. Ele (pinheiro) simboliza o Íntimo de cada um; e a altura, a antiguidade, digamos assim, das outras épocas ou eras em que se tenha trabalhado.

 

61 - Neste caso, o símbolo que se utiliza no natal, árvore de natal como uma alegoria também do Íntimo?

 

V.M. – Do Íntimo, sim, senhor! Do Íntimo! Esse é o Natal do Coração.

 

62 – Esse é o verdadeiro Natal do Coração?

 

V.M. – O verdadeiro Natal do Coração é isso. Quando alguém se une com seu Íntimo. Esta é a verdadeira festa, este é o verdadeiro Natal do Coração; o que fazemos aqui é memorizar, como uma tradição, porém a realidade, o verdadeiro Natal, é quando alguém se une com seu Íntimo.

MENSAGEM FINAL DO LIVRO

 

Em realidade, todo o Movimento Gnóstico, ou seja, os que formamos o Movimento, cada dia nos devemos implantar a disciplina, o trabalho, ir acelerando mais, porque o verdadeiro natal – como já o disse e volto a repetir – é o do coração. Cada um temos que acelerar esse natal, porém, o natal verdadeiro do coração.

 

Se nós nos propomos todos a trabalhar unidos, poderemos, muitos, chegar à meta. Consegui-lo-emos, porque “uma só andorinha nem chove nem faz verão”. De modo que, precisamos de força e essa força todo mundo a tem dentro de si mesmo. Todos levamos essa força, porque a vamos adquirindo através do trabalho com os três fatores.

 

Espero, pois, que os irmãos gnósticos, sejam do país que sejam, entendam verdadeiramente a necessidade de intensificar mais a luta contra nós mesmos, porque este é o final, a guerra final, de um contra muitos e muitos contra um. Ou seja, o que nos está fazendo frente, nestes momentos, é a partícula Divina que levamos dentro de nós, contra as multidões de elementos psíquicos. Essa é a guerra final. Não é uma guerra exterior, senão muito interior, individual, de cada um. Então, convido a todas as pessoas que estão dentro deste Conhecimento, a que nos lancemos à guerra, verdadeiramente, dentro de nós mesmos. Morremos ou vencemos! Porém, nunca derrotados! Devemos morrer em pé de guerra contra nós mesmos. Ou seja, a guerra é contra nós, contra toda essa legião de elementos psíquicos, que são os que nos detêm, e são as portas do abismo que levamos dentro de nós.

JOAQUÍN ENRIQUE AMORTEGUI VALBUENA - V.M. RABOLU

“De nada adianta o Cristo nascer mil vezes em Belém se não nasce no coração do homem também.”

(V.M. Samael Aun Weor)

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